<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7885950541404563845</id><updated>2012-02-16T00:35:46.606-08:00</updated><title type='text'>Jornal Literário</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jornaliterario.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7885950541404563845/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornaliterario.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jornal Literário</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13376296060908650150</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7885950541404563845.post-2680731900971330037</id><published>2011-03-14T17:10:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T09:56:34.285-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="color: #666666; text-align: center;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;RESUMO BREVE &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-i3KkGf2JWwQ/TX6-ezjgd3I/AAAAAAAAAD4/b_N51qK6m8w/s1600/fundo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="https://lh6.googleusercontent.com/-i3KkGf2JWwQ/TX6-ezjgd3I/AAAAAAAAAD4/b_N51qK6m8w/s200/fundo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Os Capitães da Areia retrata a vida de jovens moradores de rua renegados  pelo sistema e por todos. Sem opções de futuro, instalaram-se em um  local abandonado, chamado por eles de trapiche. O trapiche, era um  terreno coberto cheio de criancinhas, rato e poeira. O esconderijo  perfeito para quem leva uma vida de furtos. Todos são menores  abandonados e marginalizados que aterrorizam Salvador. As únicas pessoas  que tem um relacionamento com esses garotos são o Padre José Pedro e  uma mãe-de-santo. Apesar da pouca idade, os meninos são caçados pela  polícia como adultos, sofrendo brutas crueldades. Jorge Amado, conta  esse fato dividindo o livro em três partes: ‘‘Sob a lua, num velho  trapiche’’, ‘’Noite da Grande Paz, da Grande Paz dos teus olhos’’ e  ‘’Canção da Bahia, Canção da Liberdade’’. Este livro escrito por Jorge  Amado, um dos rebeldes comunistas que elaborava críticas sem soluções em  suas obras, tinha como objetivo derrubar a política da época e  conscientizar o leitor das tragédias sofridas pelos personagens e  vilipendiar os cidadão de classe média ou superior.&lt;br /&gt;Capitães de Areia  retrata a realidade de muitos moradores de rua, que ingressam no mundo  da violência como único meio da sobrevivência, influência e vingança. O  amor não é deixado para trás: o sentimento é envolvido no paradidático,  simulando o romance entre Dora e Pedro Bala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; text-align: center;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;PRINCIPAIS PERSONAGENS&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-2qHHeQxclIQ/TX6379vOG1I/AAAAAAAAADw/iV5M3gkS5Xc/s1600/pedro.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh4.googleusercontent.com/-2qHHeQxclIQ/TX6379vOG1I/AAAAAAAAADw/iV5M3gkS5Xc/s200/pedro.jpg" width="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Pedro Bala, líder do grupo.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="item"&gt;Pedro Bala -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Temido líder dos Capitães da Areia. Desde cedo foi chamado assim, quando começou a vagabundear nas ruas da Bahia. &amp;nbsp;Aos  15 anos, Bala já é considerado um herói por seu bando, traz nos olhos e  na voz a autoridade de chefe. Muitas vezes ele tem que tomar decisões  difíceis, se arrisca no que for preciso para lutar pelos meninos.  Descobre o amor ao lado de Dora.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt; &lt;span class="item"&gt;&lt;b&gt;Professor -&lt;/b&gt; T&lt;/span&gt;oma conta do Trapiche  quando Pedro Bala se ausenta. O braço direito de Bala é também o  “intelectual” do bando: coleciona uma pequena biblioteca de livros e  revistas roubadas que lê com grande dificuldade. Ele se tornou uma  espécie de irmão mais velho para todos, aquele que conta histórias  incríveis, aventuras mirabolantes, enriquecidas por sua imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-wpYUGzUlwts/TX67lg3RNPI/AAAAAAAAAD0/lKFCNu1iMUc/s1600/namoro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="https://lh6.googleusercontent.com/-wpYUGzUlwts/TX67lg3RNPI/AAAAAAAAAD0/lKFCNu1iMUc/s200/namoro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;O romance entre Pedro Bala e Dora.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="item"&gt;&lt;b&gt;Dora -&lt;/b&gt; Garota de apenas 13 anos,&lt;/span&gt;  perdeu pai e mãe, vítimas da epidemia de varíola que se espalhou pela  cidade. Ficou só, nas ruas de Salvador, levando pela mão o irmão Zé  Fuinha. Foi nas ruas que conheceu Professor que se encantou com seu  jeito e decidiu levá-la para o Trapiche. Os meninos a adotaram, para  muitos ela virou uma mãezinha, uma irmã, para Pedro Bala virou sua  noiva. Guerreira, vestida de homem, ela decide lutar ao lado do amado  como se fosse um do bando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="item"&gt;Gato -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  O mais malandro do grupo,  excelente capoeirista, discreto, ágil, desbanca qualquer um nas mesas de  jogo. Elegante e vaidoso investiu todo seu charme em conquistar sua  grande paixão, &lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-weight: normal;"&gt;Dalva&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, com quem tem um sonho de partir para Ilhéus e enriquecer como gigolô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="item"&gt;Sem-Pernas&lt;/span&gt; -&lt;/b&gt;  Conhecido assim por ter ficado aleijado de tanto apanhar da polícia.  Explora o aleijão para se infiltrar em casas de famílias ricas  conquistando a piedade de senhoras caridosas e em seguida “abre as  portas” para o bando saquear. Para ele o sonho de ter uma família, sonho  de todo menino de rua, às vezes parece tão próximo e, ao mesmo tempo  tão inatingível, que sua revolta só cresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="item"&gt;Querido-de-Deus&lt;/span&gt; -&lt;/b&gt;  O mais célebre capoeirista da cidade, 25 anos de muita malandragem, mas  também de trabalho pesado no mar, a bordo de seu saveiro. Virou uma  referência para os Capitães da Areia, juntos passaram por várias  aventuras. Foi ele quem apresentou o candomblé aos meninos e também a  capoeira. &lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7885950541404563845&amp;amp;postID=2680731900971330037" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7885950541404563845-2680731900971330037?l=jornaliterario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7885950541404563845/posts/default/2680731900971330037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7885950541404563845/posts/default/2680731900971330037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornaliterario.blogspot.com/2011/03/os-capitaes-da-areia-retrata-vida.html' title=''/><author><name>Jornal Literário</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13376296060908650150</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-i3KkGf2JWwQ/TX6-ezjgd3I/AAAAAAAAAD4/b_N51qK6m8w/s72-c/fundo.jpg' height='72' width='72'/></entry></feed>
